Modelo de balancete para download

Sem um controle de entradas e saídas, torna-se difícil ter uma noção precisa sobre a saúde financeira da empresa. Assim, investimentos de médio e longo prazos podem ser inviáveis e a dificuldade de arcar com as despesas operacionais diárias passa a ser maior. Nesse sentido, um modelo de balancete pode ser o ideal, também compondo a Demonstração de Resultado de Exercício (DRE).

Ao longo deste post, vamos explicar melhor o que é esse balancete. Além disso, abordaremos alguns conceitos relacionados a ele, como ativos e passivos, apontando as suas diferenças. Continue lendo!

O que é um balancete?

Trata-se de um arquivo contábil que mostra as entradas e as saídas de dinheiro de uma empresa. Em geral, ele é elaborado de acordo com um período específico, não sendo usado externamente.

Em outras palavras, o balancete costuma ser utilizado apenas de forma interna, sendo fundamental para compor outros arquivos contábeis. O Balanço Patrimonial e a DRE são dois bons exemplos.

Como se faz um balancete?

Um balancete contábil pode ser feito manualmente ou com o auxílio de um software. Hoje em dia, na verdade, a primeira forma não é muito recomendada, já que envolve riscos de erros — principalmente se o arquivo for muito extenso.

Por isso, contar com um software de gestão é muito útil nesse sentido. Na prática, esse sistema pode já vir com os modelos de balancetes de verificação e com os seus componentes, de maneira integrada a sistemas online de fluxo de caixa.

Qual é a estrutura de um modelo de balancete ideal?

Um modelo de balancete simples deve ter os três seguintes elementos:

  1. entradas — envolve tudo aquilo que a empresa recebe, como vendas à vista ou parceladas e investimentos externos;
  2. saídas — abrange tudo aquilo que o negócio precisa pagar, como a compra de materiais, os impostos e os deslocamentos dos funcionários;
  3. resumo — informa o saldo do balancete anterior, o total de entradas e de saídas e o saldo atual, mostrando também quanto a empresa tem em caixa e no banco.

Para fazer um bom balancete contábil, é muito importante entender bem o que gera dinheiro e o que faz o negócio perder em receita. Estamos falando justamente dos conceitos de ativos e passivos, que serão explorados em detalhes no próximo tópico. 

Qual é a diferença entre ativo e passivo?

O ativo de uma empresa envolve tudo aquilo que pode ser rentável a ela. Além das contas a receber, todos os maquinários, os computadores, os sistemas e o estoque são considerados ativos. Já os passivos correspondem às contas a pagar, como fornecedores, salários e impostos.

Nesse contexto, é importante ressaltar que estamos fazendo uma explicação do ponto de vista contábil. Por mais que os salários, por exemplo, representem um passivo, o pagamento deles costuma ser um meio de fazer os colaboradores se dedicarem cada vez mais ao negócio e, claro, gerar valor.

Inclusive, ainda que sejam distintos, o ativo e o passivo são usados para o cálculo do patrimônio líquido da empresa. Diferentemente do balancete, que é, na maioria das vezes, empregado internamente, o patrimônio líquido serve para mostrar a sócios e investidores como anda a saúde financeira do negócio. 

Em modelos de balancetes mais complexos, alguns dados referentes a ativos são:

  • ativo circulante, que é o dinheiro disponível a curto prazo, como as contas a receber e as mercadorias que saem do estoque;
  • ativo não circulante, que é o dinheiro disponível a longo prazo, como os computadores, softwares e demais equipamentos da empresa;
  • despesas antecipadas;
  • investimentos;
  • duplicatas a receber de clientes;
  • créditos;
  • estoques;
  • despesas pré-operacionais.

Já os dados referentes a passivos que podem estar em um balancete contábil são:

  • passivo circulante, que envolve as contas que a empresa precisa quitar em até um ano, como empréstimos bancários;
  • passivo não circulante, que abrange as contas com prazo de vencimento superior a um ano, como compras divididas e empréstimos de longo prazo;
  • fornecedores;
  • contas a pagar;
  • tributos;
  • empréstimos;
  • financiamentos;
  • obrigações trabalhistas;
  • obrigações previdenciárias;
  • provisão para o Imposto de Renda;
  • reservas de lucro;
  • reservas de capital;
  • prejuízo acumulado.

Como ter um bom sistema financeiro para balancete?

Ao longo do post, falamos que um balancete pode ser simples ou complexo. O primeiro costuma ser chamado de balancete sintético, e o segundo, de analítico. Com isso em mente, também é fundamental saber quando fazer a emissão de cada um deles.

Os períodos mais usados nesse sentido são a semana, o mês e o trimestre. Depois de definir esse intervalo, é preciso alimentar o balancete com o máximo de informações, principalmente se ele for analítico. Inclusive, é justamente esse o intuito de contar com um sistema de gestão, que é capaz de reunir e compilar todos os dados financeiros do negócio.

Dessa forma, nenhuma informação se perde ou passa despercebida, dando uma visão precisa de como o empreendimento se encontra. Um dos aspectos mais importantes é que o software escolhido seja integrável a outras ferramentas, pois isso proporciona agilidade e ganho de eficiência.

Quais são os benefícios para a empresa?

Quem manuseia esse sistema financeiro deixa de fazer certos procedimentos manualmente, reduzindo os riscos de erros. Afinal, como dito, o balancete é usado para outros demonstrativos contábeis, como a DRE e o Balanço Patrimonial.

Logo, se o balancete for produzido manualmente e tiver erros, a tendência é de que eles sejam estendidos aos demais documentos citados. Nesse sentido, ter um sistema financeiro também ajuda a empresa a obter inteligência a partir de dados.

Em outras palavras, mais do que uma gestão financeira eficiente, os relatórios e as estatísticas apresentadas na interface da solução podem apontar oportunidades e tendências. Assim, é viável fazer investimentos futuros mais certeiros e se preparar para cenários de crise ou de instabilidade no mercado. 

A seguir, vamos apresentar um modelo de balancete mensal simples que você pode usar no seu negócio e ter uma noção mais precisa da situação financeira da empresa:

Como visto, ter um modelo de balancete de verificação é importante para registrar as entradas e saídas do negócio. Assim, é possível alocar melhor os recursos da empresa, visando ao seu crescimento e à expansão das operações pelo uso de um sistema financeiro capaz de promover mais eficiência e agilidade operacional.

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Escrito por

Especialista em marketing de conteúdo da TagPlus. Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas pela PUC Minas. Atuação com foco em administração e finanças corporativas.

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